sábado, 24 de março de 2012

QUALTATAU

Pessoas  estou com mais um blog  neste endereço http://qualtatau.wordpress.com/  Nele posto coisas mais voltadas para minhas poesias Leminskadas... o que é de inspiração na obra de Paulo Leminski. Por isso o nome QUALTATAU, em alusão a seu romance CATATAU. Passem lá, deem umas leminskadas também!

sexta-feira, 23 de março de 2012

"Pé-dunculo"


    Poesia pintada em tela e entregue ao Arnaldo Antunes, na Flipipa de 2011.


Cac-Tu...
De mim
... pró
Tu
Be' Áncia!




Igor Barboà








Àvó



Sobre a morte, todo vivo chora só
vivo eu, choro vida...a mim avó
porque a morte acontece
e a vida a gente tece

"onde você pensa que vai?
pode tirar seu cavaliho da chuva, viu!
nem pense que você num vai se juntar a essa canalha
mais seus pariceru não, viu moço!"


Vó era foda!   (kkkk!)











Então,
descobriu...
uma madrugada:
não havia nada,
a não ser, a idéia de tudo!






Igor Barboà









NO Logro






A poesia
não vende,
rende ou
entende.
Poesia me prende...
Acende fogo...
da asia,
e rouba jogo!






Igor Barboà



Sentido






Setir
não e algo
fácil.
Sinta-se
um tiro,
ou o lácio!




Igor Barboà





s Em Si









Mais importante
que entender a morte,
 a vida
ou o amor, 
 é descobrir em si,
como sair de si... e se ir.
 Se for...







quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Sobre'Viventes



Vida é foda
Quando tá ruim
Não se sabe o que incomoda
Bom, agora assim...
E ai antes do fim
... de novo 
o tempo 
roda...
a roda
FIM,
recomeça
e tudo 
ruim...






Igor Barboà

"Vir Ver"




Tudo feto
Nada posto
Ao incerto...
Decidir, o
É imposto!






Igor Barboà

"Nau do Nada"




Deus me livre
... de nada!
Posto que
não
me livrou da vida!
Eu e essa
"Nau do Nada"
Já nascemos
de alma
... morrida!





Igor Barboà

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Do Ido



Cansado
meio
per
d
ido
voltei,
tal vez
de lugar
... donde
Não
tenha ...
ido!



Igor Barboà

Poeta


Eu-outros.
Olhos inquietos
e passos hesitantes.
Entre palavras,
excitado,
um camaleão.




Poema roubado do blog de Regina Medeiros:
http://motornabarriga.blogspot.com/; sua autora por sinal. Obrigado Cretina sempre é bom ler as suas... pessoas.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

"Banzo"


A vida
era só...
Um pulo
e eu,
um gato
do outro LÁ-
DO do mURo
fora do bando!





(Igor Barboá)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

-Sobre, vivente!



UM certo homem
não é
UM homem
certo
UM feto
fome
não é
UMa
fome-feto
Você consome
o que
tiver
por perto!



(Igor barboa)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

F LtA



Vapor pode ser brisa
Quando o inferno
É a divisa
Entre, o que é
De certo,
Certo
E o que não
Se avisa!
No torpor...
Nem vapor
Se economiza



(Igor Barboa)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

In Finito



Vida...
É fósco
Que acendeu
Ao vento
... assim,
Já viu
algum...
Queimar
Até
o
Fim
... No
RE-lento?

-No
FIM,
Só... vi'v e n to!








(Igor Barboa)





sexta-feira, 22 de abril de 2011

Programado



Na TV
futura
...mente,
Ainda
... existirá
Um
Passado...
Lá
Aus'ente!





(Igor Barbosa)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Sexo



Ser ex'o...
Sequer,
é
ato
É sumo
fato!
Nem
queijo,
por cima
do prato
Nem
gato,
por cima
do rato!
Sexo
é des'
In
Der...
a
...Tu!




(Igor Barbosa)

terça-feira, 19 de abril de 2011

"Sóliloco-me'madrugandade"



Em uma rua escura, qualquer forma de divagação parece mais pura. No raro divagar de minhas mile-sete dúvidas, comia as dívidas com farinha, quitando-as como pensalimentos. Muito mais me valia a sombra do silêncio madrugau, aos gritos do amanhecer clarisignificante. De treva enfante, elefantescurilimpido era meu pensalmento. Se fosse por passos no chão, poriáridos trevóspitos funebrofilhos dos pés. Todos ideos, de idéia indignifluidativos do claro. Claribrunos claustroefemeros. A brisainflexa nostalginfante da madruagrada, de sorteio vens-por-outra, me in'condenar. O Orion'in'zonte des'proximeinfunda o breumimstério, grita-me vous-TU; "est-ti etério!". Luzi o poste e aluzividalumem re'fita eubreu. Sólen'passos con'ti-nos coninhosonhos, nós... dé'je'vous! Acordadocarceri riavindo sem sais-de-sonho, amarrincendo os passoniferossímeos ao noitistício do dia. A noite c'alma me diz'ponhorizontilíneo, in'direção à mor'Radha de Mor'fel morrinfindificando o vivinfluxolocáustico diasporirônico dia. Diaguironistificava a hora, oraçãoinsanilidica do domíningo que er'dà noite. Naquiela noite'nuncà cheguei, nu meu des'tino zanzatinei para uma coisa, assacinanada as'pirei a clarada'sombr,à magrudade id'éia de madrugandade.





(Igor Barbosa)

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Coi'ZÁS!



Mais uma coisa morta
A cada dia
A cada momento
Uma nova...
Coisa morta
A cada morte
...Nova,
Uma coisa!




(Igor Barbosa)

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